A verdade sobre os amigos imaginários de seu filho!

Você já presenciou seu filho conversando sozinho? Dividindo o lanche? Convidando alguém que você não consegue ver, para brincar?

Vocês não podem vê-los, mas que eles existem, eles existem. Estão presentes na cabeça de muitas crianças, e no cotidiano de muitas famílias.

Esses pequenos seres tão mínimos para nós pais, porém tão grandiosos para nossos filhos, são quem chamamos de amigos imaginários.

Portanto, se seu filho está passando por essa etapa, não se assuste nem se preocupe, pois isso é absolutamente normal.

Ter um amigo assim, é um tipo de comportamento onde a criança encontra a liberdade de se expressar, e para o alívio de muitos papais, até certo ponto, não precisa ser motivo de preocupações.

Os amigos imaginários nada mais são que companhias que muitas crianças criam e experimentam durante sua fase infantil, onde apresentam a fase do desenvolvimento cognitivo, ou seja, de habilidades como a imaginação e a criação.

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“São companheiros para conversar, para brincar, dormir junto e até participar nas horas das refeições.

 

Agora: Por que as crianças criam amigos imaginários?

Bom, na fase do período infantil, as crianças vivem no mundo da fantasia, do inventar, onde o fantástico e o real se confundem com bastante frequência.

Temos como exemplo, as crianças acreditarem em fadas, super-heróis, bruxas… O amigo imaginário se encaixa ai, porém é uma criação sua.

Não há idade exata para o término e o início da experiência com um amigo imaginário, pois o momento varia de criança para criança.

Eu no dever de pai, devo determinar o fim dessa amizade?

A tarefa de determinar o fim do amigo imaginário, não cabe aos pais. A criança fará isso sozinha, quando se sentir preparada.

Então, em vez de ficar preocupado porque o amigo imaginário não vai embora, é mais essencial prestar atenção na intensidade da brincadeira.

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O companheiro imaginário não deve impedir a criança de cumprir suas tarefas e compromissos cotidianos, nem substituir a convivência com crianças reais.

Se você desconfia que a interação já está passando dos limites, observe mais seu filho, e perceba se ele está se isolando, deixando de comer, não querendo mais ir a escola… É ai que a intervenção deve se dar início.

Seu filho cresceu e o amigo imaginário ainda o acompanha? Fique atento!

Se o amigo imaginário ainda persistir quando a criança for mais velha, os pais devem sim se preocupar.

Devem auxiliar a criança mostrando-a que o amigo imaginário não passa de uma criação sua, e, caso mesmo assim ainda persista, seria conveniente procurar ajuda psicológica.

Quanto a questão dos pais poderem ou não entrar nessa fantasia da criança, a resposta é que os pais devem sim entrar na brincadeira, e jamais negar a existência do amigo. Porém, equilibrando em não dar muita ênfase, e nem tão pouco reprimir a criança de continuar a brincar com seu amigo.

Um exemplo do que se pode fazer, é pedir desculpas ao amigo por ter “sentado” em cima dele, e logo mudar de assunto. Isso mostra ao seu filho a sua aceitação.

O que não é muito recomendável dizer, são coisas como: “vá buscar seu amigo para dormir”, ou “chame o Fred para jantar”. Apesar de você demonstrar a criança que aceita o fato de ela passar parte do dia com seu amigo, ela precisa ter a plena consciência de que aquele ser vem da cabeça dela, e só.

Há também casos onde a criança usa o amigo como desculpa para um mau comportamento, por exemplo, bater em um amigo e dizer que foi o amiguinho imaginário que cometeu o ato. Essas ações te dão sinais de que é preciso prestar mais atenção no caso.

Para situações como essas, os pais devem mostrar a criança que o erro é coisa da realidade, e que não deve se repetir. Essa fase costuma não durar, assim que a criança perceber que também recebe as consequências do erro.

Por fim, papais, não se preocupem!

Essa é uma fase passageira, e não tão incomum quanto pensamos.

A presença do amigo imaginário na vida de nossos filho não é um problema, muito pelo contrário, pode até ajudar no processo de desenvolvimento da criança.

Propiciar mais momentos de diversão e ajudar na aceitação de limites são os principais benefícios dessa amizade, desde que a fantasia não se sobreponha à realidade.

 

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